Go, Brazil, gone!

comparaison viagra ou cialis

Acabou o sonho, o deslumbre. Sobrou a crise e a mentira. O sonho do marketing governamental do ‘agora chegamos lá’ foi tão eficiente nos seus anos dourados quanto a inconsequência dos governos Lula e Dilma para garantir os ganhos e preservá-los. Os mínimos, ao menos.

Deu no que estamos vivenciando.

O filme? Não sei exatamente do que trata. Só quando – e se – o assistirmos.

O Brasil? Está aí para ser passado a limpo e reconstruído uma vez mais, vítima de destruidores famintos uma vez mais, agora da esquerda lulopetista.

Por isso, pergunto: quando é que os brasileiros vão aprender que o Brasil será tão somente o que nós fizermos dele? Que não há atalho, que o caminho é longo e que as soluções precisam levar em conta o futuro, mesmo que sejam duras aos contemporâneos?

Que somos nós os brasileiros os responsáveis por assumir e tomar conta do país com responsabilidade?

Agora, por exemplo, digladiamo-nos pra ver quem consegue mais espaço na mídia internacional. Pra inglês ver, no Guardian, de correspondentes engajados não no jornalismo, mas em suas convicções e conexões suspeitas.

De novo? Santo Onofre! Que mania de colonizado que não acaba nunca!

Enquanto isso, o bom e bem feito jornalismo brasileiro denuncia e escacara o populismo e os maus tratos da classe política e da própria população com o país.

Este é escrito e falado em português, acessível e para todos os nacionais que importam e deveriam se importar com a real vida brasileira.

Todos entendem que estamos mal.

E é disso que o atual governo tenta fugir com versões em inglês pra mídia internacional de “golpes” e atentados à democracia que simplesmente não existem. Versões que jamais serão suficientes para ocultar seus crimes e sua irresponsabilidade com as contas e as necessidades do país.

Os números da contabilidade criativa ou das pedaladas fiscais, a dengue, a zika, a picada do Aedes, o esgoto nos rios e praias, as contas da corrupção, os números do desemprego, da inflação, das ações da Petrobras em queda e ciclovias malfeitas sendo levantadas pelas ondas do mar são a linguagem universal do descaso e da incompetência.

Todo o mundo entende.