Olhe o todo!

Adalberto Piotto

Quer coisa mais significativa no filme “O dia depois de amanhã” (que eu equivocadamente tinha chamado de 2012) eles se salvarem dentro de uma biblioteca?

São esses detalhes que a maior parte da crítica de cinema, de pouca inteligência e pouco disposta a olhar ao redor (o que significa estupidez e arrogância), deixou de notar no filme – e engrandecer – só pelo fato de ser um blockbuster.

A escolha da locação, de cenário e os diálogos dentro desta biblioteca são de pura arte e humanismo. Um imenso toque de refinação do diretor, do roteirista e dos produtores.

As pessoas precisam abrir-se mais ao que lhes é mostrado.
Senão, correm o sério risco de se tornarem irrelevantes.

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