Avanços e retrocessos

Bolsonaro, tão horrendo em suas defesas, consegue a proeza de até ser insofismável. Não há defesa para o que propõe. Ele faz mal até aos militares que diz defender – e que o detestam porque vive na caserna das trevas. As Forças Armadas são hoje parceiras, porque só deveriam ser assim, da sociedade. E vivem desta filosofia institucional, mesmo maltratadas no presente por erros passados. É preciso que a sociedade dê um passo em sua direção, até pra anular os radicais. As Forças Armadas nunca foram tão chamadas a intervir e nunca disseram tão sonoros “nãos” ao que seria uma quebra institucional. Isso é notável e a história registra isso.

Sobre a defesa de torturadores, há quem negue o Holocausto, quem negue os porões da Ditadura.

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Por isso, há ainda quem negue a dor das vítimas, explicado pelo dolorido e real dito popular “Quem bate esquece. Quem apanha, não.”
Inegável e inesquecível é o pecado da violência do Estado contra cidadãos, os seus ou de outros. Não há defesa pra Bolsonaros da direita ou da esquerda, assim como não há para Willys e Jeans e suas cusparadas justiceiras. Não há defesa pra Jair Bolsonaro. Não há defesa para a estupidez teórica ou salivar. Tomara não haja mais votos pra essa gente na próxima eleição.

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