O diverso, o complexo e o desonesto

Não me assusta, portanto, os recentes e acalorados embates entre grupos com visões diferentes.
Fosse só assim, já não seria fácil a compreensão e a convivência no nosso tempo.
Mas estamos sendo atacados pela desonestidade intelectual de grupos que só ensejam formar tribos para seus propósitos de dominação. Sob o argumento da demência social do famigerado e maldoso “nós contra eles”, o debate tem se tornado uma disputa, uma guerra tresloucada de inocentes úteis sob o comando de canalhas desonestos.
Estamos sendo atacados pela desonestidade intelectual de grupos que só ensejam formar tribos para seus propósitos de dominação sem nenhum outro objetivo maior. Sob o argumento da demência social do famigerado e maldoso “nós contra eles”, o debate tem se tornado uma disputa, uma guerra tresloucada de inocentes úteis sob o comando de canalhas desonestos.
Eu estudei convictamente Gandhi, Mandela, João Paulo II, Betinho e Rui Barbosa. E vivo sob Merkel e Obama. Manterei-me na linha da generosidade, da tolerância, da defesa das liberdades e da honestidade intelectual.
Vou me opor acintosamente aos que tentam fraudar a humanidade e a civilização que nela se instalou.

Pobre politicamente correto

A aceitação de algo que lhe pode ser contrário, que lhe atenta contra às próprias convicções, independentemente de quais sejam, quando feita por meio de um debate real, normalmente duro, que precisa de civilidade e desejo para prosperar, se torna uma decisão para o lado convencido. Uma meta, no mínimo.
E por quê? Porque mesmo se você não concordar, sua consciência, se provida de honestidade intelectual, hombridade, levar-lhe-á, com o tempo, a aceitar aquele novo conceito de dentro pra fora. É o que chamamos de aprendizado da vida. A vida e seu tempo, sua natural evolução.
Há conflitos entre humanos desde muito, desde sua invenção.
O politicamente correto tem a pretensão da concordância coletiva, da convenção social. Não tem sido nada além de uma imposição, uma formulação de grupos de poder sobre outros. Uma ditadura.
A sociedade precisa do debate e da honestidade de cada um pra evoluir. Sim, da aceitação do diferente, do respeito ao contraditório pra se estabelecer um debate honesto. Um debate, afinal, não é feito entre iguais ou semelhantes.
A evolução real virá disso. Do resultado disso.
Senão, só teremos imposições temporárias de grupos com poder efêmero ou “da vez”. Com um temeroso respeito de fachada do público ao aparentemente diferente e um linchamento de reputações dos discordantes sob ideias não conectadas ainda, mesmo que apenas preconceituosas, com o novo momento social.
Uma tremenda perda de tempo.
É preciso juntar.

Olhe o todo!

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As pessoas precisam abrir-se mais ao que lhes é mostrado.
Senão, correm o sério risco de se tornarem irrelevantes.